Compreender a própria história pode transformar a maneira de viver o presente.
Psicoterapia para adultos, fundamentada na Psicologia Junguiana e integrada aos conhecimentos sobre trauma, corpo, vínculos e apego.
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Quando procurar
psicoterapia?
A busca pela psicoterapia pode acontecer em momentos de sofrimento, mudança ou crise. Dificuldades nos relacionamentos, ansiedade, depressão, fobias, estresse crônico, perdas, experiências traumáticas ou períodos de maior desregulação emocional podem levar alguém a procurar ajuda.
Em outros momentos, o sofrimento não é tão fácil de nomear. Há a sensação de estar repetindo as mesmas histórias, de não compreender determinadas escolhas ou reações, ou de perceber que antigas experiências continuam interferindo na vida atual.
E nem sempre é preciso
estar em crise.
A psicoterapia também pode surgir do desejo de se conhecer mais profundamente, compreender a própria história e encontrar novas maneiras de se relacionar consigo mesmo, com os outros e com a vida.
Minha forma de trabalhar
Minha formação e minha experiência clínica me levaram a compreender que nem tudo o que vivemos pode ser alcançado apenas pelas palavras.
Tenho a Psicologia Junguiana como fundamento do meu trabalho e integro à prática clínica conhecimentos provenientes do Somatic Experiencing®, dos estudos sobre trauma, regulação do sistema nervoso, vínculos e apego.
A Psicologia Junguiana permite olhar para além do sintoma e compreender a pessoa em sua singularidade — sua história, seus conflitos, seus relacionamentos, seus sonhos e também aquilo que busca encontrar sentido e expressão em sua vida.
O trabalho com trauma e com o corpo amplia esse olhar. Algumas experiências permanecem registradas não apenas como lembranças, mas também na maneira como reagimos, nos protegemos, nos aproximamos ou nos afastamos das pessoas e do mundo.
A compreensão sistêmica acrescenta ainda outra dimensão: o indivíduo não existe isoladamente. Ele faz parte de sistemas — especialmente o familiar — nos quais ocupa lugares, estabelece vínculos e é atravessado por histórias e dinâmicas que podem repercutir em sua maneira de estar no mundo e de construir suas relações.
Assim, meu olhar procura considerar a pessoa em diferentes dimensões: sua vida psíquica, seu corpo, sua história e os sistemas de relações aos quais pertence.
Por isso, o processo terapêutico não segue uma fórmula única. Cada pessoa chega com uma história e necessita ser compreendida a partir dela.
Vínculos e relações
Grande parte de quem somos se constitui nas relações.
É nos primeiros vínculos que começamos a aprender sobre proximidade, confiança, segurança e pertencimento. Essas experiências participam da maneira como, mais tarde, nos aproximamos das pessoas, estabelecemos limites, lidamos com conflitos e construímos nossas relações.
Às vezes, desejamos profundamente a proximidade e, ao mesmo tempo, desenvolvemos formas de nos proteger dela. Podemos temer o abandono, precisar excessivamente da aprovação do outro, ter dificuldade de confiar ou de estabelecer limites — ou nos afastar justamente quando uma relação se torna mais íntima.
Também podemos perceber que determinadas histórias parecem se repetir. Mudam as pessoas e as circunstâncias, mas alguns sentimentos, conflitos ou lugares que ocupamos nas relações permanecem surpreendentemente semelhantes.
Esses padrões não surgem por acaso. Muitas vezes, foram maneiras importantes de nos adaptarmos às experiências e aos vínculos que fizeram parte da nossa história.
Compreender como eles se constituíram permite reconhecer o que ainda pertence ao passado e o que continua organizando nossas relações no presente.
A psicoterapia permite tornar visíveis esses padrões e criar espaço para outras formas de se relacionar consigo mesmo e com os outros.
Sobre mim

Sobre mim
Sou Ângela Mestriner, psicóloga, e há mais de 30 anos acompanho adultos em seus processos de psicoterapia.
Ao longo dessa trajetória, fui percebendo que minha própria maneira de compreender o ser humano também precisava continuar se ampliando.
Minha formação nunca esteve separada da experiência clínica. Ao contrário: foram as questões que encontrei ao longo dos anos, no contato com diferentes histórias e formas de sofrimento, que me levaram a buscar novos conhecimentos e novas maneiras de compreender aquilo que acontece com cada pessoa.
Foi assim que, à base oferecida pela Psicologia Junguiana, foram se somando a compreensão do trauma e do corpo, a visão sistêmica e, posteriormente, o aprofundamento nos estudos sobre vínculos e apego.
Mais do que abordagens distintas, esses conhecimentos foram transformando e ampliando o meu olhar clínico.
Hoje, depois de mais de três décadas de trabalho, compreendo a psicoterapia como um encontro no qual é preciso considerar a pessoa em sua singularidade — sua vida psíquica, seu corpo, sua história, seus vínculos e as relações das quais faz parte.
Meu trabalho não parte apenas da pergunta “o que está acontecendo?”, mas também de outras:
Como isso se constituiu?
Por que determinados padrões continuam se repetindo?
E o que pode começar a ser diferente?
Como isso se constituiu?
Por que determinados padrões continuam se repetindo?
E o que pode começar a ser diferente?
Grupos de Estudos
Estudar também pode ser uma experiência de encontro.
Ao longo da prática clínica, algumas questões nos convidam a continuar estudando, revendo conceitos e ampliando nossa compreensão.
Os grupos de estudos nasceram desse desejo de criar um espaço de continuidade, compromisso e troca entre profissionais, no qual a teoria possa ser pensada também a partir da experiência clínica.
A proposta é reunir psicólogos e psicanalistas em torno de temas e leituras que despertem interesse, criando um espaço para estudo compartilhado, reflexão e construção conjunta de conhecimento.
Conheça os grupos atuaisTextos e reflexões
Algumas questões continuam conosco depois que a conversa termina.
Escrever sempre foi, para mim, uma maneira de pensar sobre aquilo que nos atravessa.
Os textos reunidos aqui nascem de experiências, de questões que aparecem na clínica e de temas que fazem parte da vida de todos nós — relações, raiva, escolhas, conflitos, perdas, mudanças e tantas outras formas de viver e sentir.
Não pretendem oferecer respostas prontas. São, antes, convites à reflexão.
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Psicóloga | CRP 46750-9
Vila Nova Conceição — São Paulo
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